NR 17

CAPACITAÇÃO E TREINAMENTO DE NR 17


TRABALHO DOS OPERADORES DE CHECKOUT


O Anexo I (Trabalho dos Operadores de Checkout) da NR 17 (Ergonomia) descreve no item 6 o tópico Informação e Formação dos Trabalhadores 
Apresenta que todos os trabalhadores envolvidos com o trabalho de operador de checkout devem receber treinamento, cujo objetivo é aumentar o conhecimento da relação entre o seu trabalho e a promoção à saúde.
Este treinamento deve conter noções sobre prevenção e os fatores de risco para a saúde, decorrentes da modalidade de trabalho de operador de checkout, levando em consideração os aspectos relacionados a:
a) posto de trabalho;
b) manipulação de mercadorias;
c) organização do trabalho;
d) aspectos psicossociais do trabalho;
e) agravos à saúde mais encontrados entre operadores de checkout.
Cada trabalhador deve receber treinamento com duração mínima de duas horas, até o trigésimo dia da data da sua admissão, com reciclagem anual e com duração mínima
de duas horas, ministrados durante sua jornada de trabalho.


Os trabalhadores devem ser informados com antecedência sobre mudanças que venham a ocorrer no processo de trabalho.
O treinamento deve incluir, obrigatoriamente, a disponibilização de material didático com os tópicos mencionados no no treinamento.checkout


A elaboração do conteúdo técnico e avaliação dos resultados do treinamento devem contar com a participação de integrantes do Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho - SESMT e da Comissão Interna de Prevenção de  Acidentes - CIPA,  quando  houver,  e  do  coordenador  do  Programa  de  Controle  Médico  de  Saúde  Ocupacional  e  dos
responsáveis pela elaboração e implementação do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais.



TRABALHO EM TELEATENDIMENTO/TELEMARKETING


O Anexo II (Trabalho em Teleatendimento/Telemarketing) da NR 17 (Ergonomia) descreve no item 6 o tópico Capacitação dos Trabalhadores
Apresenta que todos os trabalhadores de operação e de gestão devem receber capacitação que proporcione conhecer as formas de adoecimento relacionadas à sua atividade, suas causas, efeitos sobre a saúde e medidas de prevenção.


A capacitação deve envolver, também, obrigatoriamente os trabalhadores temporários.


A capacitação deve incluir, no mínimo, aos seguintes itens:
a) noções sobre os fatores de risco para a saúde em teleatendimento/telemarketing;
b) medidas de prevenção indicadas para a redução dos riscos relacionados ao trabalho;
c) informações sobre os sintomas de adoecimento que possam estar relacionados a atividade de teleatendimento/telemarketing,  principalmente  os  que  envolvem  o  sistema  osteomuscular,  a  saúde  mental,  as  funções vocais, auditivas e acuidade visual dos trabalhadores;
d) informações sobre a utilização correta dos mecanismos de ajuste do mobiliário e dos equipamentos dos postos de trabalho, incluindo orientação para alternância de orelhas no uso dos fones mono ou bi-auriculares e limpeza e substituição de tubos de voz;
e) duração de 04 (quatro) horas na admissão e reciclagem a cada 06 (seis) meses, independentemente de campanhas educativas que sejam promovidas pelos empregadores;
f) distribuição obrigatória de material didático impresso com o conteúdo apresentado;
g) realização durante a jornada de trabalho.


Imagem relacionadaOs trabalhadores devem receber qualificação adicional à capacitação obrigatória (descrita acima) quando forem introduzidos novos fatores de risco decorrentes de métodos, equipamentos, tipos específicos de atendimento, mudanças gerenciais ou de procedimentos.


A elaboração do conteúdo técnico, a execução e a avaliação dos resultados dos procedimentos de capacitação devem contar com a participação de:
a) pessoal de organização e métodos responsável pela organização do trabalho na empresa, quando houver;
b) integrantes do Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho, quando houver;
c) representantes dos trabalhadores na Comissão Interna de Prevenção de Acidentes- CIPA, quando houver;
d) médico coordenador do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional;
e) responsáveis pelo Programa de Prevenção de Riscos de Ambientais;
f) representantes dos trabalhadores e outras entidades, quando previsto em acordos ou convenções coletivas de trabalho.


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